Turismo de Aventura

Rafting Paraná


Turismo de Aventura compreende os movimentos turísticos decorrentes da prática de atividades de aventura de caráter recreativo e não competitivo”. (Ministério do Turismo)


A palavra aventura proveniente do latim ad venture significa o que há por vir, remetendo a algo diferente. Inseridas neste conceito consideram-se atividades de aventura as experiências físicas e sensoriais recreativas que envolvem desafio, riscos avaliados, controláveis e assumidos que podem proporcionar sensações diversas: liberdade; prazer; superação etc.

Atualmente, a vida sedentária e rotineira das grandes cidades impulsiona cada vez mais a procura por roteiros de aventura, onde são postos à prova o equilíbrio emocional e os limites da coragem em uma “experiência extrema”.

Inicialmente voltado ao público jovem, hoje atrai de forma crescente adeptos de todas as idades, que buscam participar ativamente como protagonistas no conhecimento e a interação com o ambiente, que varia de acordo com o nível de dificuldade da modalidade. As atividades de aventura podem ser praticadas na terra, ar ou água.

Assim, dentro do Turismo de Aventura, criaram-se opções que oferecem roteiros desde vôo livre no Morro da Palha – em Campo Magro ou no Morro do Pico Agudo – em Japira; praticar rafting no Rio Cachoeira – em Antonina ou no rio Tibagi – em Tibagi; escaladas no Morro do Anhangava – em Quatro Barras ou no Pico do Marumbi – em Morretes;

As características naturais do Paraná fazem do Turismo de Aventura um segmento de grande potencial a ser desenvolvido, o que é confirmado por pesquisas que revelam que 90% dos brasileiros, têm em mente praticar algum tipo de aventura. Os destinos mais procurados se encontram abrigados na Serra do Mar, desde o início do 1º planalto até o litoral; a Região dos Campos Gerais e o Parque Nacional do Iguaçu.

Este segmento vem se organizando praticamente desde 1998 quando aconteceu a primeira edição do evento Adventure Fair e em 2003, no Paraná, e posteriormente com adesão de outras regiões, tiveram início discussões sobre qualidade e segurança na prática das atividades em Aventura. Os esforços culminaram na edição de Normas Técnicas pela ABNT e apoio do MinTur, contribuindo para a prática das atividades com alto nível de segurança por empresas e profissionais especializados, equipamentos apropriados. Mais informações podem ser acessadas em no endereço da ABETA – Associação Brasileira das Empresas de Turismo de Aventura, www.abeta.tur.br e no site da Paraná Turismo.

http://www.turismo.pr.gov.br/arquivos/File/aventura_orientacoes_basicas.pdf.


Algumas atividades consideradas como turismo de aventura:

  • Ar: vôo livre (asa delta, parapente, balonismo, planador); vôo motorizado (asa delta motorizada, girocóptero, ultraleve);

  • Terra: montanhismo; escaladas; rapel; cannyoning; tirolesa; mountain-bike; espeleoturismo;

  • Água: mergulho; canoagem e suas variações; rafting;  

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